Romeo Pires
October 3, 2009




Basso and Brooke na London Fashion Week
October 3, 2009




E a beleza da Clements Ribeiro
October 3, 2009
Fofa, Drielly Oliveira no desfile


E a coleção na LFW
October 3, 2009





A volta da Clements Ribeiro na Jungle
October 3, 2009

Depois de 3 três anos longe das passarelas, duo anglo-brasileiro retorna à LFW
texto: Mariana Grebler
A indústria da moda está ansiosa com a volta da dupla de estilistas da Clements Ribeiro à próxima edição da London Fashion Week, de 24 a 27 de setembro de 2009, após três anos sem desfilar.
Inácio Ribeiro e Suzanne Clements estão juntos desde que se conheceram na Central Saint Martins e têm dois filhos. Reverenciados tanto no Brasil quanto na Inglaterra, a dupla tem um estilo discreto, cool e cheio de elegância – a exata definição do que se vê em seus designs. Por não apenas reproduzirem tendências, suas criações são atemporais. A nova coleção foi desenvolvida através de um trabalho inovador feito à mão, utilizando estampas gráficas e tricô. “Acreditamos que há uma demanda imensa por produtos feitos à mão com alta qualidade, e ao mesma tempo, únicos”, diz Inácio.
No período em que ficaram afastados dos holofotes (“estávamos entendiados com o formato tradicional de desfiles”, revela o brasileiro), a marca trabalhou em projetos de edições limitadas. A nova coleção sai quentinha do forno impulsionada pelas criações passadas. E a volta às passarelas? “Nosso desfile será em um novo espaço dentro da semana de moda, com salas menores criando um ambiente íntimo do jeito que queremos apresentar nossa coleção”, completa o estilista.
Away we go
September 26, 2009
Eu não gostei do último trabalho do diretor Sam Mendes, Revolutionary Road. Agora, em Away We Go a impressão que fica é a de um diretor que sabe contar uma história, como fez em American Beauty, seu longa de estréia. O filme conta a história de uma casal a beira de ter um bebê – um tema universal. Vai agradar uma grande audiência pois não há quem não se identifique com as ansiedades de se ter um primeiro filho. Viajando pela América do Norte a procura da cidade ideal para começar uma família, Mendes apresenta famílias de diferentes perfis e como se relacionam. A crítica a sociedade americana, como ele tanto gosta de fazer, se mostra em seus hotéis, motéis, bufês, aeroportos; tudo por ali é plastificado, enlatado, encarpetado e emburrecido. Os americanos são uns coitados, por isso o medo de se criar uma criança por ali (coincidência ou não o local onde o casal mas se sente a vontade é em Montreal). E isso, Mendes mostra bem.
Fish Tank
September 23, 2009
Filme realista sobre uma menina de 15 anos e tudo que envolve se ter esta idade numa classe média baixa no interior da Inglaterra. Muito se comentou sobre a protagonista em seu primeiro papel – a menina, Katie Jarvis, foi “descoberta” enquanto discutia com o namorado numa estação de metro. Achei que ela deu conta do recado sim, mas poder ser sorte de iniciante. O filme ganhou o prêmio do juri em Cannes 2009. Sinceramente, não consegui me concentrar muito bem abalada pela beleza de Michael Fassbinder. Desde que o vi em Hunger (2008) – vencedor do Palma de Ouro em Cannes 2008, eu já sabia que, mesmo interpretando um presidiário em greve de fome pela causa da libertação da Irlanda do Norte, o cara era maravilhoso. Que homem bonito. Lindo. Me perdi mas não deixei de me lembrar de como as coisas realmente não fazem sentido quando se tem 15 anos, e isso o filme mostra bem.
Whatever works
September 23, 2009
Woody Allen em plena forma. Nada daquela coisa que todo mundo achou o máximo de Vicky Cristina Barcelona. Wood Allen na raíz; NY, protagonista alter-ego do diretor, filme de fazer pensar, piadas com o juidaismo e muito, mas muito pessimismo. Sempre com um viés de que a vida é incoerente mas vale ser vivida. Whatever works, welcome back, Woodie.
London Fashion Week
September 23, 2009

Tem isso

Mas também tem isso
Cobertura completa no http://colunas.marieclaire.globo.com/noticias/
Julie and Julia & Dorian Grey
September 10, 2009
Cinema indústria. Ainda acho difícil me acostumar com cinema indústria. Não que os filmes sejam ruins – Julie and Julia & Dorian Grey – assisti aos dois hoje. Cinema indústria é diferente de cinema entretenimento e cinema produto. Não tenho nenhum problema com as duas últimas opções. Mas a primeira me deixa com a pulga. ´E o tipo de cinema que não entretem. E não é porque os filmes são ruins. Mas sabe quando nada na produção te atrai? Julie and Julia tem Meryl Streep interpretando Julia Child, autora de um livro de culinária de muito sucesso e Dorian Grey é a versão de 2009 – outra, claro, já foram produzidas – do livro homônimo de Oscar Wild. No primeiro fiquei irritadíssima com o sotaque que Meryl deu para a personagem – mesmo que ela realmente falasse daquele jeito. No segundo, mesmo sendo uma produção inglesa, o que já ganha pontos, não reproduz nas telas a fascinação e grandiosidade que o livro tem – eu não li mas Oscar Wild dispensa apresentações. Então, por que produzir estes filmes? O argumento de Julie and Julia tem potencial. Uma novaiorquina deprimida se propõe a cozinhar todas as receitas do livro enquanto discorre sobre a experiéncia em um blog. O mesmo com Dorian Grey, onde um belíssimo rapaz escolhe que um retrato seu pintado envelheça e não ele mesmo. Boas idéias com resultados nulos. Maybe is just me. Ir ao cinema é como viajar longas distancias de onibus. As vezes eh mais chato e demorado que o de costume.